quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Parques infantis: o mau contributo da ASAE

Hoje transcreve-se o ultimo post da 'A-Barriga-de-um-Arquitecto', artigo fundamental para o trabalho que está sobre a mesa. 
Dada a pertinência dos vínculos que expõe, mais além da leitura aqui transcrita, sugere-se a leitura do hypertexto integral no artigo original. Aqui.





O encerramento de 80 parques infantis no Concelho de Oeiras é apenas um primeiro exemplo de muitos que se seguirão em resultado da nova legislação dos espaços de jogo e recreio. A aprovação do Decreto-Lei n.º 119/2009 motivou um pedido de suspensão por parte da APSI – Associação para a Promoção da Segurança Infantil, que considera a nova lei desajustada à luz da experiência e conhecimento adquiridos na última década e das novas directivas europeias publicadas em 2008. Em causa estão vários aspectos técnicos importantes como a introdução de requisitos supérfluos na prevenção de acidentes, confundindo questões fundamentais em termos de risco real para as crianças com outras irrelevantes ou mesmo prejudiciais se aplicadas de forma generalizada e sem critério.


Aprovado em 1997, o Decreto-Lei n.º 379/97 veio trazer pela primeira vez um conjunto de regras de segurança a observar na implementação dos espaços de recreio infantil. Esta legislação, então inovadora, enfrentava um quadro de abandono e negligência em grande parte dos parques infantis existentes no território nacional. Pese embora a persistência de exemplos de manutenção insuficiente ou erros pontuais de concepção, passada uma década todos terão de reconhecer a evolução muito positiva que se verificou em tão curto espaço de tempo. Tal traduziu-se, na prática, na remodelação generalizada dos parques infantis e substituição e renovação dos seus equipamentos, e resultou do trabalho muito meritório de sensibilização de projectistas e técnicos das autarquias locais desenvolvido tanto pela APSI como pelo IDP – Instituto do Desporto de Portugal, a favor da divulgação de regras e boas-práticas de intervenção.


A transferência das atribuições em matéria de fiscalização para a ASAE, resultante do novo quadro legal, é em parte justificada pela natureza específica do trabalho de inspecção cuja concretização à escala nacional se revelava uma tarefa difícil para o IDP. No entanto, suportada por uma nova legislação que introduz requisitos irrelevantes e por vezes impraticáveis, a ASAE vem diligentemente encetando a sua tarefa aplicando coimas às autarquias que chegam a atingir dezenas de milhares de euros. Estão em causa situações sem influência significativa na segurança. Eis alguns exemplos: ausência de placas informativas relativas a lotação em espaços exteriores de acesso livre; indicação de idade e altura (mínima e máxima) das crianças em todos os equipamentos (mesmo em muitos casos em que tal não é um factor de risco); existência de vedações de delimitação de espaço (agora obrigatórias em todos os parques infantis, medida por vezes impraticável e que pode constituir um factor acrescido de risco); etc.


O que está em causa com esta nova legislação, agravada pela prática seguida pela ASAE, é a ausência de uma abordagem fundada no conhecimento técnico, nas boas-práticas e na capacidade de avaliação do risco de forma discricionária – e inteligente, porque cada caso é um caso. Como refere a APSI: «Esta alteração à lei vem obrigar as entidades responsáveis pela gestão dos espaços de jogo e recreio, nomeadamente as autarquias, estabelecimentos de ensino, empreendimentos turísticos e outros, a custos desnecessários e desproporcionados em relação aos perigos a que eventualmente as crianças estariam expostas e, portanto, sem impacto comprovado na prevenção de acidentes. A imposição destas despesas sem fundamento tem a agravante de criar o risco de diminuição da oferta de EJR e de oportunidades para as crianças pelo desincentivo que representam para as entidades responsáveis.»
O exemplo de Oeiras, a que certamente se seguirão outros, atesta as consequências de uma má legislação assente nas mãos de um fiscalizador pouco esclarecido como a ASAE, e o mau serviço que desta forma se presta ao país.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Photography as Alternative Urbanism | Architecture Foundation

Photography as Alternative Urbanism | Architecture Foundation

A debate exploring the relevance of contemporary photography for the investigation and interpretation of the city as a complex cultural phenomenon, chaired by Alexandra Stara with artist Rut Blees Luxemburg, novelist Tom McCarthy and architect Patrick Lynch.

Embora o debate vá acontecer em Londres, o tema parece-me interessante, visto que um dos projectos que queremos desenvolver pretende utilizar a fotografia como meio de comunicação e tem como objecto uma investigação urbana.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

CALL FOR IDEAS - CREATIVE DAYS

A EXD’09 lança um convite aos criativos e agentes culturais portugueses a integrar a programação do Lounging Space, principal interface de comunicação e pólo difusor da dinâmica da Bienal na cidade.
A sala multifunções do Lounging vai converter-se num palco de discussão, partilha e descoberta entre visitantes e as múltiplas propostas criativas.

A EXD’09 desafia profissionais de design de produto, design gráfico, publicidade, multimédia, cinema, arquitectura, light design, sound design, entre outras, a integrar os Creative Days com os seus projectos ou trabalhos. Os formatos podem ser os mais variados, segundo melhor cumpram os objectivos dos seus autores: debate, live session, performance, palestra, screening, workshop, etc. Os Creative Days oferecem assim uma plataforma de projecção ou lançamento de iniciativas numa oportunidade de diálogo mais aprofundado com o público. Podem tratar-se de projectos em desenvolvimento, trabalhos já realizados, iniciativas em standby à espera de um momento ou contexto propício; concebidos para um cliente específico ou dirigidos ao público em geral.

Os Creative Days do Lounging Space são impulsionados pelo mesmo espírito e objectivo dos tangenciais e de muitas das colaborações da Bienal: promover a transversalidade, a pluralidade de perspectivas e o alargamento da rede de interlocutores e participantes nas sinergias criativas despoletadas pela Bienal.

A realizar todas as quintas feiras até 8 de Novembro, os Creative Days apresentam um alinhamento e participantes diferentes em cada sessão. Os interessados devem enviar, semanalmente até 4ªfeira 18h, um breve descritivo da sua proposta para carla.cardoso@experimentadesign.pt.

Lounging Space

Entre o Príncipe Real e o Bairro Alto, o Lounging Space é pólo difusor da dinâmica da EXD’09 na cidade. Info point, lounge bar, esplanada com vista para o rio, jardim de inverno e livraria, o Lounging é um espaço privilegiado de encontro, partilha e diálogo. Palco de vários eventos Tangenciais, oferece ainda um calendário de eventos diversificado em termos de formatos bem com disciplinas. Um local obrigatório no roteiro da EXD’09, a redescobrir diariamente.

Rua Pátio do Tijolo, 25 (Princípe Real/Bairro Alto)
11:00-20:00 DOM-QUA
11:00-00:00 QUI
11:00-02:00 SEX-SÁB

Para mais informações: www.experimentadesign.pt
Nota: Uma visita ao local está prevista, sabendo que as especificações técnicas do local estão referidas no site.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Próxima reunião Proveta

20h00, dia 17 de Novembro, em casa da Julia e da Susana: Rua Cidade de Manchester nº9, r/c esquerdo (à Penha de França)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

||| PLAYGROUNDLISBON ||| ANIMALS AT PLAY |||


Esta manhã acordei com uma imagem fixa na minha cabeça.
Lembrava-me perfeitamente de ter lido em tempos uma revista National Geographic que falava da importância do jogo e da brincadeira na vida de todos nós. O artigo, para consubstanciar de dita tese baseava-se não nas crianças mas nos animais.
Pela manhã, podia-me lembrar perfeitamente da doçura das fotografias, da clarividência do texto, podia perfeitamente fazer a 'ponte' entre a cidade das crianças e a estes animals at play
Googlei tudo à procura de imagens mas não encontrei nada....
Apenas de que se trata da revista National Geographic de Dezembro dde 1998 e que o autor/fotógrafo é Stuart L. Brown.


Que alguém passe por minha casa que a revista está lá.
Estante atrás da porta. Antepenultima prateleira.

||| PLAYGROUNDLISBON ||| LINKS |||

Receitas Urbanas I
- Receitas Urbanas II
- Receitas Urbanas III
- Receitas Urbanas IV
- Receitas Urbanas V
- Receitas Urbanas VI
- Receitas Urbanas VII
- Parcela adquirida por crianças I
- Parcela adquirida por crianças II 
(projecto de que vos falei.
Seguramente nos poderiam 'dar uma mãozinha')
- Esterni I
- Esterni II
- Workshop de Mobiliário e Reciclagem Urbano I
- Workshop de Mobiliário e Reciclagem Urbano II
- Espaço Apropriado
- Praça para Crianças
- Jogos para Crianças
Festa da Íris
- Festa 'Final de Obra'
- Su Ultima Voluntad
- Precare
- Public Works
- Makea
- Street Games
- Todo por la Praxis (varios links)
- Basurama (varios links)
- Aula Garden
- Come Out & Play
- Jardins Partilhados
- 56St Blaise
Esta es Una Plaza
Esto no es Un Solar
(não posso de não deixar de 'comentar' este). É literalmente um projecto feito por mimetismo ao nosso em Madrid (link de cima), mas desta feita, proposto directamente pela camara municipal de zaragoza. É uma acha para a fogueira para pensar a ETA que leva a uma META...
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Recomendo ainda, e muito vivamente, que cada um por si tente investigar o trabalho de Aldo van Eyck, quando, ainda como funcionário da câmara municipal de Amesterdão, prioriza a reconstrução do pós-guerra não através de infraestruturas mas mediante o regresso da 'vida' das cidades. Alcança a sua META, brilhantemente, reconvertendo o vazio deixado por inúmeros edifícios derrubados em meros....parques infantis!!!
A referência é ademais valiosa porque van Eyck enfrentava as mesmas báscias dificuldades que nós:
Uma reacção negativa das instituições que com aparente evidência não queriam dedicar prioridade a tão irrelevante assunto e uma falta notória de materiais ou mesmo de matérias primas.
Recorrendo às inúteis fábricas de armamento, re-orienta a função destas para a construção de mobiliário infantil. Umas soluções mais simples, outras mais complexas, a sua invenção está no imaginário de todos nós, porque esses mesmos modelos foram exportados europa fora e todos nós, em Lisboa brincámos neles...
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Como não acompanhei na íntegra a reunião é possível que alguns dos links, 'fujam' ao âmbito que se deseja
De qualquer forma, esta lista não seria mais do que uma primeira abordagem à materialidade e a um efectivo chegar a resultados (METAS). Muitas outras questões, estão logicamente por responder e enumerar.
Ânimo e alegria! (sobretudo ao Fagulhinha que ficou com a legislação... Hirra!)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

domingo, 18 de outubro de 2009

Atenas


Atenas circa 2000















Atenas circa 1870

Για πέντε διαμερίσματα και ένα μαγαζί


Que significa "por 5 apartamentos e uma loja"
E o titulo de um documentario sobre o crescimento de Atenas no seculo xx, baseado na especulacao imobiliaria: os proprietarios de terrenos negociavam com os construtores, e em troca recebiam em geral um ou dois apartamentos. O metodo utilizado e o recurso a excertos de filmes de diferentes epocas: as primeiras imagens sao de 1924, mostram uma cidade meio campestre, q evolui gradualmente para uma metropole permanentemente congestionada (o filme foi feito em colaboracao com um museu e com recurso aos arquivos da cinemateca)

E de longe o meio ideal para transmitir um discurso sobre a cidade (na sequencia das experiencias proveta de 2002 (?), 'cidade e territorio', etc)



Próximo Colectivo

2a feira às 17h30 é impossível para mim, só consigo a partir das 19h00...Penso que era importante estarmos todos ou pelo menos o maior número possível, especialmente nesta altura em que estamos a decidir como e por onde avançar... fica para 3a uma vez que haverá menos restrição de horários? E pode ser pelas 19h?

sábado, 17 de outubro de 2009

Agendas de Outubro

de 15 a 25 de Outubro:
    dia 23 de Outubro, 6ª feira
    • das 19,30 à meia-noite regressam as Dispersões Coloidais na Rua das Portas de Santo Antão, Calçada do Lavra com presenças confirmadas de Super Ovos Podres, Os Asterisco Cardinal Bomba Caveira, Sultões do Swing, Lobos Maus e Capitães da Areia com a organização de João Pedro Vala, Simão Lucas Pires e Tomás Cruz. A jola e e bela da bifana só valem 1 eurito...

    quarta-feira, 14 de outubro de 2009

    Sobre ganhar dinheiro...

    Quando muitos nos perguntamos sobre como pode uma eta ou uma meta ou uma teta levar-nos ao negócio, lembrei-me e partilhar esta campanha da.....  ....Volkswagen!
    Pois é! Uns com ideias sem dinheiro e outros cheios de dinheiro a 'copiar' ideias.

    As marcas também já descobriram que é no espaço publico que está o negócio, que estão as pessoas e é nas formas novas e suportes inesperados que está aquilo a que chamam 'colocação da marca'.

    Um video que abre portas.




    Se dos videos, o que retiram não é um meta-desejo, porque não sabemos como desligar-nos do meta-carcanhol, e porque todos preferem os concursos, aqui têm a vossa solução de 2500 euros.

    terça-feira, 13 de outubro de 2009

    encontro #1 META: COLECTIVO

    André, Joana Júlia, João F., João R., Luísa, Susana, Vasco.

    JÚLIA: Arquitecta; Trabalho com ASF Barcelona: Barceloneta. Objectivos: Concorrer a concursos em conjunto que não sejam possíveis isoladamente

    JOÃO F: Arquitecto; trabalho independente. Objectivos: Criar e desenvolver ideias em comum e em conjunto

    VASCO: Arquitecto, Cartoonista. Objectivos: Hipótese de trabalhar com pessoas que façam trabalho interessante

    LUISA: Engenheira civil, vertente águas; experiência em licenciamentos. Documentação disponível: planeamento, águas, ren.Objectivos: Trabalhar em equipa; Criar algo que possa tornar –se rentável e depois ir ajustando aos objectivos.

    SUSANA: Engenharia civil; especialização em planeamento urbano. Objectivos: Realizar projectos de urbanismo e planeamento do território

    ANDRÉ: Arquitecto. Objectivos: Dar sentido ao trabalho que se faz, embora ganhando menos com isso.

    JOANA: Arquitecta, Fotógrafa. Objectivos: Trabalhar em equipa, aproveitando diferentes capacidades. Intervir em áreas, projectos e objectos em que se acredite.

    JOÃO R: Arquitecto; trabalho independente. Objectivos: Colaborar com pessoas.

    Será que faz sentido fazer parte do colectivo estando longe? É necessário para o colectivo: espaço e trabalhar em conjunto

    Sobre que áreas nos iremos debruçar?

    L: Sessões publicas, avaliações ambientais, obrigatório pela CE pode ser uma área interessante de trabalho

    JU: Lado associativo, artístico vs Rentabilizar trabalho

    Definir prioridades: concretizar entidade ou começar por concursos?

    GRUPO: Avançar com trabalho, formalizar mais tarde a entidade que iremos constituir porque neste momento implicaria desgaste e perda de energia.

    Informalidade, começar por criar Dinâmica. A necessidade de formalização surgirá mais tarde.

    Hipótese de realizar concursos. Discute-se conceito e tipos de “concursos”

    A: concursos não. A ideia de que os concursos são algo que se torna rentável para o dia a dia é ilusória. Definir uma área de intervenção, atitude abrangente em função de uma área especifica por exemplo AML, Lisboa

    L: Concursos no sentido de concursos públicos que impliquem construção

    S / R: Antes de tornar rentável, concursos para criar dinâmica do colectivo

    A / F / JO: Focar o objecto de trabalho em Lisboa

    A: Questão de META e ETA: rentabilidade em paralelo com intervenção

    Perversidade de pensar que se terá resultado imediato

    JU: Qual o mercado a que apontamos?

    F: Questão da reabilitação é pertinente

    L: Relocalização dos mercados, urbanismo local. Avaliação ambiental estratégica: tornar mais visível para as pessoas. O cliente é o Estado. Possibilidade de trabalho em que se acredita com rentabilidade. Ligação necessária com administração local.

    Discutem-se formas de intervenção social e urbana

    S: Fez trabalho de moderação entre entidades. Londres. Questão da importância participação publica

    L: não procura de forma de expressão cívica ou social mas a aplicação de uma serie de capacidades especificas e profissionais. Não acredita em formas de Expressão cívica misturada com remuneração

    A: Discurso positivo, relacionado com ETA que não deve interferir com o lado produtivo e competente, META

    L: tem de sair, sugere que se distribuam tarefas, nota de formas de projecto para avançar

    Discutem-se formas de intervenção e de transmitir uma mensagem

    R: com cartazes a mensagem pode-se perder uma vez que já existe muita informação. Pode fazer-se com fanzine / revista por exemplo.. Cartaz pode ser conotado politicamente. Concursos é a melhor forma de ter uma ideia e transmiti-la sem que se perca no caminho, é uma boa forma de evoluir no trabalho de cada um nas formas de pensamento sobre o trabalho.

    V: concursos enquanto forma fácil de trabalhar em conjunto.

    JO: acredita mais em ETA do que em META

    A: importância das novas ferramentas de trabalho: net, partilha virtual

    Discute-se a pertinência de um espaço físico para trabalhar nesta fase.

    JO: Hipótese de cedências municipais de espaços para atelier

    V: Questão dos espaço pode ser discutida mais tarde, é importante definir primeiro quais os projectos que poderemos abarcar agora para testar como funciona o grupo.

    JU: Proposta: Cada um traz propostas de projectos na próxima reunião para se discutir e seleccionar, concretizando na forma de pôr em prática.

    A: propor projectos concretos com uma forma de estruturação e com custos associados


    Propostas rápidas de projectos ETA:

    - a. ciclovias (Vasco)

    - b. quiosques (Joana)

    - c. transportes públicos (André)

    - d. sistema de gestão de espaços mediada pela META (mediação entre população local e administração pública) (Júlia)

    - e. peri-urbanidade (Joana)

    Cada elemento traz para a próxima reunião pelo menos 1 projecto a desenvolver, idealmente 1 proposta de projecto META e outro ETA

    JU: Necessidade de fazer um blog. Boa forma de trocar ideias entre o grupo.

    A. faz o blog que servirá de plataforma de ideias e mensagens.

    Próxima reunião: 2a feira, dia 19 de Outubro às 19h em casa da Júlia e da Susana


    NOTA: a ver: Floresenelatico.es

    Recetasurbanas.es

    Ecosistemaurbano.es (o blog)

    Ted.com

    Lisboa e-nova

    O ciclo de sessões do Ponto de Encontro 2009 da Lisboa e-nova tem um conjunto de conferências que podem ser de muito interesse.

    Se ninguém quiser alinhar, podem sempre ir-se revezando, e no final, termos uma meta presença em todas...

    As datas são:

    15 Out ||| Condomínio Jardins de S. Bartolomeu ||| A Constituição de Condomínio Residencial Microprodutor em Portugal

    20 Out ||| CIUL ||| Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos

    22 Out ||| CIUL ||| Reabilitação Urbana Sustentável para Lisboa


    29 Out ||| CIUL ||| Hortas Biológicas Urbanas


    05 Nov ||| CIUL ||| Living Labs - a sua Aplicação nos Sectores da Energia e Ambient
    e

    12 Nov ||| CIUL ||| O Estacionamento Pago como Meio de Gestão da Mobilidade e Tráfego


    19 Nov ||| CIUL ||| Água Reciclada em Lisboa

    26 Nov ||| CIUL ||| Sistemas de Gestão e Monitorização Contínua

    A Bold estao as que julgo não se deveriam mesmo perder

    Mais informações, aquí.

    Aprender com Robots

    Para começar com algum conteúdo, seleccionei este video, do programa Redes de Eduardo Punset (grande especialista nos temas de impacto das novas tecnologias e ciências na sociedade actual e sua divulagação).
    Um video que abre portas.

    ¿shall we start?

    five, four, three, two, one
    lift off!